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Na mesma linha da necessidade de nos conhecermos deveremos esforçarmo-nos por nos respeitarmos. Só se assumirmos a nossa divindade intrínseca, apesar de muitos defeitos de personalidade que possamos ter, é que conseguiremos a energia necessária ao impulso da vontade em caminhar resolutamente. O pessimismo, a desilusão, a severidade de julgamento próprio baseada em falsas premissas, nomeadamente morais e religiosas, podem ser uma poderosa barreira difícil de ultrapassar.
Pelo contrário, aqueles que resistem, sabendo “diferenciar o verdadeiro, do falso, o real do ilusório, o Bem do Mal” são apelidados de “Divinos Rebeldes”, que na sua caminhada chegarão a Adeptos.
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