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Para além de todos estes aspectos mais palpáveis historicamente, referimos ainda a informação, transmitida por um eminente pedagogo esotérico brasileiro, o Professor Henrique José de Souza (1883&ndash1963), fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, segundo o qual a evolução histórica, a missão universalista e o inerente devir escatológico da Pátria portuguesa fora tutelado desde a sua génese por uma determinada Ordem iniciática secreta, a Ordem de Mariz, velada exteriormente pelas Ordens militares de Cristo e de Aviz, ostentando as suas insígnias as mesmas cores das daquelas conjugadas (fitas e cruzes verdes e vermelhas), enquanto seu binómio polarizado de guardiania defensiva.
Devemos aqui mencionar igualmente certas fontes heráldico-iconográficas mais remotas e pouco conhecidas da actual Bandeira Nacional, como os frontispícios manuelinos iluminados do final do século XV da Crónica de D. João I de Fernão Lopes – contendo a sobreposição actual da esfera armilar dourada pessoal pelo escudo não coroado das Armas Reais à maneira inglesa (igualmente presente na Heráldica Nacional entre 1816 e 1826 e no logotipo da Sociedade de Geografia de Lisboa, fundada em 1875) – e de 1505 da Crónica de D. Afonso Henriques de Duarte Galvão – onde figuram escudos partidos de verde e de vermelho com a junção cromática sobreposta da esfera armilar dourada.
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